quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Arte pós vida


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fonte: NY Times, 29/11/2007
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Havia tanta energia para expressar que a tela já não suportava mais. Suas mãos não davam conta, seus olhos viam além. Mergulhou em si e nadou até a outra margem na ânsia de alcançar seus sonhos e descobrir que força era aquela que de tão bela, fazia-o sofrer.
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2 comentários:

Saramar disse...

Poeta, poeta, há tanto verso em voc~e que o conto mini de mentirinha vira ode.
Belo!

beijos

tita coelho disse...

Lindo teu mini conto de hoje...adorei!!
beijos meus